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domingo, 1 de março de 2015

Há 42 anos a Pink Floyd lançava o álbum “The Dark Side Of The Moon” Relembre do disco que entrou para a história, do processo de gravação que foi inédito na época e de como tudo isso teria a ver com “O Mágico de Oz”.


Até hoje quando se fala em rock progressivo ou som psicodélico é fácil lembrar do Pink Floyd. Uma das bandas mais inovadoras e influentes do mundo da música é responsável por um dos álbuns mais icônicos da história, o “The Dark Side Of The Moon”.
Lançado em março de 1973, o disco marcou uma nova fase para banda britânica, que havia sido deixada pelo vocalista Syd Barrett alguns anos antes, por causa da saúde mental deteriorada pelas drogas. (Reprodução)
Lançado em março de 1973, o disco marcou uma nova fase para banda britânica, que havia sido deixada pelo vocalista Syd Barrett alguns anos antes, por causa da saúde mental deteriorada pelas drogas. (Reprodução)
O disco também marca uma mudança na forma de compor da banda, que tocou em temas mais pessoais, como a saúde mental, a cobiça e o envelhecimento. Além de ter sido um álbum que fazia um dos mais complicados usos de instrumentos e efeitos sonoros da época.

Gravação

O “Dark Side Of The Moon” foi gravado no estúdio Abbey Road e teve como engenheiro de som Alan Parsons, famoso por ter trabalhado no disco “Abbey Road” dos Beatles. Esse estúdio era o único na época que realizava a gravação multicanal, que podia registrar várias fontes de som separadamente.
A banda fazia uso de tanto equipamento e usava fontes tão diferentes que o custo diário de gravação do disco superou qualquer outro que já havia sido feito até então. (Reprodução)
A banda fazia uso de tanto equipamento e usava fontes tão diferentes que o custo diário de gravação do disco superou qualquer outro que já havia sido feito até então. (Reprodução)
Para esse disco chegaram a ser gravados o som de uma pessoa correndo em volta do microfone, de relógios tocando ao mesmo tempo e até moedas, captadas usando a técnica de loop, também inédita em relação aos outros trabalhos da Pink Floyd. Confira alguns desses efeitos:
“Money” foi um dos singles mais famosos do grupo e fala sobre o consumismo com uma letra ácida e efeitos sonoros de moedas, papéis sendo rasgados e caixas registradoras. Essa foi a segunda música gravada, a primeira havia sido “Us and Them”, que fala sobre isolamento e depressão.

As gravações de “The Dark Side Of The Moon” começaram em maio de 1972 e foram finalizadas somente em janeiro do ano seguinte.

“The Dark Side Of The Rainbow” ou “The Dark Side Of Oz”

Esses nomes fazem referência a um boato que circula na internet desde 1994 de que “The Dark Side Of The Moon” teria sido criado para ser uma espécie de trilha sonora para o filme “O Mágico de Oz” (1939). Fãs diziam que ao apertar play simultaneamente no filme e no disco havia um sincronismo real entre ambos. Um dos momentos que indica isso seria quando Dorothy começa a correr durante a música “Time”, exatamente na estrofe “No one told you to run” (“ninguém disse para você correr”).
Além dessa, existem vários momentos em que o disco e o filme entram em surpreendente sincronia. No entanto, os integrantes desmentiram isso em 2002, em um especial da banda feito pela MTV. Apesar da semelhança, tudo não passa de coincidência. (Reprodução)
Além dessa, existem vários momentos em que o disco e o filme entram em surpreendente sincronia. No entanto, os integrantes desmentiram isso em 2002, em um especial da banda feito pela MTV. Apesar da semelhança, tudo não passa de coincidência. (Reprodução)
O “The Dark Side Of The Moon” chegou ao topo da Billboard nos EUA e ainda apareceu entre as maiores paradas de sucesso por três vezes. Mais de 50 milhões de discos foram vendidos no mundo, sendo sucesso tanto de fãs como críticos de música.
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Sem dúvida um disco incrível, que deve ser ouvido sempre que possível.

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