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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Dianna Reeves, a diva do jazz com sotaque brasileiro - Expert em MPB, cantora americana se apresenta no Rio semana que vem e prepara novo disco

Cantora, nascida em Detroit, prepara CD de inéditas Divulgação
RIO - Nascida há 55 anos em Detroit, coração safenado da indústria automobilística americana, a cantora Dianne Reeves fez do jazz o carro-chefe da sua carreira, ao longo de mais de três décadas e 19 discos gravados. Mas ela diz ter também uma ligação direta com a música brasileira desde os anos 1980, quando cantou na banda de Sergio Mendes.
— Isso aconteceu num momento importante para mim, no começo da minha carreira, e me marcou até hoje — diz ela, que se apresenta no Teatro Oi Casa Grande, nos dias 24 e 25 de setembro. — Graças ao Sergio, conheço hoje quase tantos compositores e artistas brasileiros quanto americanos. Adoro Djavan, Milton Nascimento, Ivan Lins e Dorival Caymmi.
Um deles, o guitarrista carioca Romero Lubambo, vai acompanhar a cantora nessa nova turnê brasileira (ela fez uma temporada solo por aqui em 2009), que passa também por São Paulo, no dia 26.
— Curiosamente, conhecei Romero não no Brasil, mas em Miami. Ele é um músico excepcional e é uma honra ter alguém dessa categoria na minha banda — afirma Dianne, que gravou bossa nova (“Once I loved”, versão de “O amor em paz”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes) em seu último disco, “When you know”, de 2009.
De Detroit, terra do soul e do techno, ela garante manter em seu trabalho influências de Marvin Gaye e de grupos vocais como The Supremes.
— Marvin Gaye, que conheci pessoalmente, tinha um lado jazzístico pouco conhecido. Busco equilibrar essa versatilidade entre os mais diversos estilos, do jazz ao soul, passando pela MPB. Só não conheço muito o techno — brinca.
Nos shows no Brasil, Dianne vai apresentar um mix de tudo o que gravou até hoje, enquanto seu novo trabalho, do qual faz segredo, não chega.
— “When you know” foi um disco de regravações de algumas das minhas músicas favoritas e devo lembrar algumas delas durante essa turnê, além de hits de minha carreira — conta ela, que tem quatro estatuetas do Grammy em casa. — Mas o novo disco vai ser bem diferente, só com canções inéditas e convidados muito especiais. É o que posso dizer até o fim do ano, quando prometo encerrar esse mistério.
Fonte:O Globo

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