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domingo, 19 de junho de 2011

A música e seus formatos: fita cassete


Vocês lembram do especial quinzenal que iniciamos sobre as músicas e seus formatos? Pois essa semana chegamos na segunda parte e comentaremos sobre a fita cassete. Por muitos anos, ela teve a mesma função do CD. Sendo compacta e fácil de guardar, você podia levar a sua aonde quisesse e não era difícil tê-la no toca fitas do carro ou no seu Walkman.



Hoje em dia, as fitas cassetes entraram em desuso, mas, durante a década de 70 e 80, elas tiveram seu auge. Sua constituição é simples: era formada basicamente por dois carretéis que prendiam a fita magnética e todo o mecanismo de movimento da fita, com tudo alojado em uma caixa plástica.

Cada lado possuía no mínimo 30 minutos de duração e, ao contrário do que se pensa, sua origem não se deu nos Estados Unidos, mas na Europa em 1964.

Mais de uma década depois, o K-7, como também era chamado, ganhou diversos lugares. Em 1979, foi criado o primeiro cassete player, chamado de Walkman, uma invenção da Sony para um de seus sócios que queria ouvir ópera no trabalho.

Outra particularidade da fita cassete é o fato de ser regravável. Você podia gravar e regravar uma fita quantas vezes quisesse, a menos que quebrasse a lingüeta lateral que impedia qualquer regravação.
No início dos anos 90, a fita foi perdendo força e dando espaço ao compact disc, também conhecido como CD. Embora esses tipos de cassetes virgens (sem gravação) ainda sejam produzidos, suas vendas são quase inexpressivas.

Fonte:Blog pop




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