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sábado, 13 de novembro de 2010

Empolgado com primeira visita ao Brasil, Stereophonics desembarca em SP para único show

Os integrantes do Stereophonics Javier Weyler, Adam Zindani, Kelly Jones e Richard Jones no lançamento do disco "Keep Calm and Carry", em Londres (22/09/2009).

Por mais reviravoltas que se encontre na discografia do Stereophonics, entre o britpop e o rock básico, a banda tem um artifício fácil de ser reconhecido: a voz rouca e intensa de Kelly Jones.

 Mas, longe do microfone, o cantor economiza os excessos e conversa com uma serenidade quase inesperada.

Ele garante que não exagera nem faz força ao cantar. "Agradeço por ter essa voz diferente. É o meu instrumento", lembra.

Já são 18 anos com uma voz singular à frente do Stereophonics e, pela primeira vez, os brasileiros poderão ver e ouvir Kelly Jones mais perto.
 
A banda vem ao país na próxima semana para a estreia de uma pequena excursão pela América do Sul e, ao mesmo tempo, a despedida da turnê que está na estrada desde novembro do ano passado. Por aqui eles fazem um único show em São Paulo, na quinta-feira (18), no Citibank Hall. Há ingressos por R$ 140 (pista) e R$ 200 (camarote), com 50% de desconto para estudantes.
 
"Estou empolgado em ir ao Brasil, nunca fomos à América do Sul antes. Nosso baterista [Javier Weyler] é argentino e viveu quase sempre na Venezuela. É a primeira vez que vamos para esse lado do mundo, e ele está muito empolgado com isso também, obviamente", conta Kelly ao UOL Música por telefone, num inglês carregado de sotaque típico do País de Gales, sua terra natal que também deu à música nomes como Super Furry Animals, Manic Street Preachers, Duffy e Tom Jones.
 
A turnê que o Stereophonics traz na bagagem ainda é do disco "Keep Calm and Carry On", que saiu em novembro do ano passado. Dentre os sete álbuns lançados entre 1997 e 2009, a banda já emplacou 25 músicas entre as 40 mais tocadas da Inglaterra e Kelly assegura que não há qualquer canção que ele e seus amigos de palco não aguentem mais tocar. "Quando se tem muitos discos você tem a possibilidade de escolher e pode mudar o setlist praticamente a cada noite. Então se você se cansa de alguma música, você dá um descanso a ela e escolhe uma outra para passear por aí".
 
Mas hits como "Maybe Tomorrow" e "Mr. Writer", que fizeram sucesso no Brasil, estão garantidos. "Acho que também não dá para deixar de fora 'Dakota', que é uma grande canção, ou 'Local Boy In the Photograph', que foi nosso primeiro single, e 'Have a Nice Day'. Nosso repertório muda de país para país, na verdade. Tentamos mudar o setlist o máximo que podemos", revela ele. Mesmo com modificações, os últimos shows da banda pela Europa tiveram em comum "Traffic", "A Thousand Trees", "Superman", "Pick a Part That's New" e "Innocent", single do último trabalho.
 
Kelly vem acompanhado do baixista Richard Jones, do baterista Javier Weyler e do guitarrista Adam Zindani, que o cantor considera seus "melhores amigos há mais de 15 anos". E, mesmo satisfeitos com o caminho bem sucedido da banda, o vocalista lembra que todos continuam abalados pela morte do antigo baterista Stuart Cable, que deixou o grupo em 2003 e foi encontrado morto em sua casa em junho deste ano. "É realmente um pesadelo", lamenta.
 
Stuart saiu da banda, mas os contatos entre os músicos foram retomados logo em seguida. "Ele foi meu melhor amigo desde que éramos crianças. Vivíamos na mesma rua, fizemos o primeiro show quando tínhamos 12 anos, estive em seu casamento, assinamos um contrato para a banda juntos, começamos a namorar na mesma época... não dá nem para contar as lembranças do que tivemos juntos, há milhões delas. Para nós foi um acidente trágico. Ele está conosco a cada vez que subimos ao palco".
 

STEREOPHONICS EM SP
Quando: 18/11, a partir das 21h30
Onde: Citibank Hall (av. Jamaris, 213, Moema)
Quanto: R$ 140 (pista) e R$ 200 (camarote) --há meia-entrada para os dois setores
Ingressos: bilheteria do Citibank Hall, no site http://www.ticketsforfun.com.br/, pelo telefone 4003-5588 e em pontos de venda credenciados.
Censura: 16 anos; jovens de 14 e 15 anos entram acompanhados dos pais ou responsáveis
Fonte:UOL
 
 

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