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domingo, 7 de novembro de 2010

Atrações do UMF tocam ao mesmo tempo e deixam o público desorientado

Fatboy Slim levou o público ao delírio

Além de não divulgar o horário dos músicos que se apresentariam neste sábado (6) no UMF (Ultra Music Festival), em São Paulo, a organização surpreendeu o público ao colocar os grandes nomes da festa tocando ao mesmo tempo. Até a tarde do sábado, ninguém conseguia ver pela internet a que horas Carl Cox, Fatboy Slim, Moby e Groove Armada entrariam no palco.


Durante o evento, quando os horários foram conhecidos, a surpresa: Moby faria de 18h30 às 20h30, enquanto Groove Armada entraria às 19h30 e seguiria por uma hora. O mesmo estava reservado para Fatboy Slim (22h- 0h) e Carl Cox (22h30- 2h30).

Fatboy Slim, a atração mais esperada da festa, fez o público dançar sem parar. Ele abriu e fechou seu set com Praise You, música que se tornou muito conhecida no país por causa do filme Segundas Intenções. Tocou Put Your Hands Up, e todos gritavam: from Brazil; soltou algumas músicas brasileiras, como o Rap das Armas e Mas que Nada, de Jorge Ben. Para a surpresa de todos, o inglês colocou Could You Be Loved, de Bob Marley, e Satisfaction, dos Rolling Stones.

O UMF começou a ficar lotado quando Moby entrou no palco, às 18h30, para apresentar-se durante duas horas. Para a surpresa de todos, menos de uma hora depois a dupla Groove Armada assumiu o comando do palco principal, do outro lado da Chácara do Jóquei. Quem foi para assistir as duas apresentações, saiu perdendo.

Groove Armada fez o pessoal explodir quando tocou Super Size Me. Carl Cox, menos popular por aqui, tocou com imagens da bandeira do Brasil ao fundo.

Lotação

Muita gente. Qualquer comentário sobre o UMF vai envolver esta expressão. Qualquer lugar estava cheio e com filas: banheiros, pistas, bares, áreas de descanso. O acesso ao local, na zona sul da capital paulista, estava complicado no fim da tarde. Muitos reclamavam da falta de organização com relação ao transporte do estacionamento à festa: havia poucas vans para a quantidade de convidados. A organização esperava 25 mil pessoas.

No final da festa, às 2h, um grande problema para quem foi sem carro: os taxistas “fechavam o preço” da corrida, e não aceitavam ligar o taxímetro. Ir da avenida Francisco Morato até a avenida Paulista saía por R$ 100, quando o preço normal é, no máximo, R$ 40.

Quem frequenta a Chácara do Jóquei diz que isso é normal - que os taxistas sempre fazem preço fechado depois de um evento, e que não há nenhuma fiscalização da prefeitura às 2h da manha, quando terminam as festas.

Como o local é de difícil acesso e não há transporte público acessível e fácil, os motoristas se recusam a trabalhar de acordo com a lei. A reportagem verificou as denúncias e pediu para cinco motoristas que fizessem uma corrida com o taxímetro ligado. Todos se recusaram.
Fonte:R7

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