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quarta-feira, 17 de março de 2010

Ciência ainda é incapaz de explicar música que não sai da cabeça

Léo Santana faz coreografia do Rebolation no Carnaval de Salvador (Foto: Edgar de Souza/G1 14-02-2010)
Por que algumas músicas ficam tocando na cabeça por muito tempo involuntariamente?



Uma música fácil de ser lembrada, seja ela clássica ou pop, é tão conhecida por “grudar” no cérebro que o efeito é explorado por jingles de propaganda há muito tempo. Mas o que faz uma melodia grudar na cabeça ainda é tema de pesquisas, porque as razões ainda não são plenamente conhecidas.



As atividades mentais que envolvem a música são complexas, às vezes incluindo não apenas áreas auditivas do cérebro, mas também o córtex visual. Uma pesquisa recente sugere que a percepção musical está interligada a partes primitivas do cérebro e que isso pode influenciar emoções pelo sistema límbico.
Uma pesquisa realizada em 2001 por James Kellaris, da Universidade de Cincinnati, psicólogo que estuda o comportamento do consumidor, descobriu que a música caracterizada pela simplicidade e repetitividade – mas que foge às expectativas do ouvinte – tem maior probabilidade de grudar.



Até 98% das pessoas alguma vez já experimentaram uma música grudenta, o estudo afirma [ou seja, só 2% de felizardos escaparam desse fardo]. Alguns indivíduos, como músicos, mulheres e pessoas que se preocupam muito, são mais suscetíveis que outros. As causas podem ser psicológicas ou até mesmo físicas, ligadas a frequências de som que ressoam no corpo.



Após pesquisas mais profundas, Kellares sustenta que uma forma de saciar uma “coceira cognitiva” é cantar a música que grudou na cabeça em voz alta.



Tradução: Gabriela d’Ávila

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