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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Líder do AC/DC manda roqueiros pararem com sermões de caridade

Brian Johnson, 62, durante show do AC/DC em São Paulo (Foto: Keiny Andrade/AE)

Os roqueiros anglo-australianos do AC/DC têm uma mensagem para os roqueiros decididos a fazer o bem: parem de pregar sermões ao público sobre doar dinheiro para caridade.



Em entrevista ao jornal australiano "The Daily Telegraph", o vocalista da banda, Brian Johnson, disse que as pessoas não querem celebridades ricas, como Bob Geldof e Bono, lhes dizendo para pensarem em crianças morrendo de fome.



"Eu não fico mandando todo mundo dar dinheiro, nem todos podem", disse Johnson, cuja banda recebeu o primeiro Grammy de seus 37 anos de carreira no último fim de semana — o de melhor performance de hard rock, pela canção "War machine".



"Quando era trabalhador, não queria ir a um show para ouvir algum bastardo... falar comigo em tom de superioridade, dizendo que eu deveria estar pensando em alguma criança na África", declarou.



Caridade na TV


Johnson disse que sua banda prefere fazer trabalhos para caridade em particular, gastando um pouco de seu próprio dinheiro.



"Faça um show beneficente, tudo bem, mas não na televisão mundial", disse ele.


As declarações do vocalista foram publicadas no momento em que o AC/DC se prepara para partir, na próxima semana, em sua primeira série de shows australiana em nove anos, depois de já ter percorrido várias partes do mundo em sua turnê mundial "Black Ice".



O álbum homônimo, o primeiro lançado pela banda em sete anos, já vendeu cerca de 6,7 milhões de cópias em todo o mundo.



Aposentadoria


Brian Johnson tem 62 anos e assumiu como vocalista do AC/DC após a morte de Bon Scott, em 1980, por intoxicação alcoólica. Ele disse que não tem planos de se aposentar.



"É claro que não quero me aposentar. Mas estou lhe dizendo: se o corpo ou a voz deixarem de funcionar, não vou poder fazer nada. Orgulho é isso. Você não quer decepcionar você mesmo, a banda ou os fãs. Vou continuar enquanto eu conseguir", concluiu.

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